Abaixo de R$ 3 mil por mês em mídia, o algoritmo não recebe dados suficientes pra aprender. O resultado é previsível: você gasta, não vende e conclui que "tráfego não funciona pro seu negócio".
Preferimos perder a venda hoje a te vender um resultado que não vamos conseguir entregar. Quando a verba chegar nessa faixa, a conversa está de pé. 🚀
Aqui a sua conta não vai parar na mão de estagiário. Ela fica com um gestor sênior escolhido a dedo — e nenhum plano de trabalho vira campanha sem passar pelo sócio. Você acompanha cada real investido e, quando o número não fecha, a estratégia muda antes de queimar a verba.
Nenhuma delas é sobre "fazer mais anúncio". Todas são sobre não conseguir enxergar o que o dinheiro está fazendo.
O extrato do cartão você vê. O retorno, não. Sem rastreamento correto, o investimento vira despesa fixa sem dono.
Alcance, impressão, engajamento. Métrica que sobe e não paga boleto é métrica de vaidade — não de negócio.
Volume de lead sem qualificação só transfere o problema pro seu comercial e queima o time em contato frio.
Toda pergunta vira "vou verificar com o time". Duas semanas depois a campanha continua igual.
Muda o fornecedor, o problema volta. Porque o problema nunca foi a plataforma — foi a falta de estratégia antes do botão.
Impulsionar é comprar alcance. Tráfego pago é comprar cliente. As duas coisas custam dinheiro; só uma devolve.
O ponto não é anunciar mais. É saber, com número na mão, quanto você pode pagar por cliente — e não passar disso.
Não é sobre ser maior. É sobre quem responde quando o número não fecha.
Mensagens que chegaram no WhatsApp, transcritas como vieram.
Mensagens transcritas de conversas reais no WhatsApp. Resultado de cliente não é garantia de resultado igual — cada negócio tem ticket, margem e concorrência próprios.
Você conhece o seu negócio melhor do que ninguém. Nós conhecemos o que faz um real virar dois. O método existe pra juntar as duas coisas sem achismo no meio.
Produto, margem, ticket médio, taxa de fechamento e cliente ideal. Antes de gastar o primeiro centavo, a gente descobre quanto você pode pagar por venda.
Escolha das plataformas certas pra sua margem e instalação do rastreamento de conversão. Sem isso, tudo o que vem depois é chute com orçamento.
Campanhas no ar e anúncios feitos pra parar o dedo e gerar clique de quem tem intenção — não pra ganhar prêmio de criatividade.
O que dá lucro recebe mais verba, o que não dá é cortado. Reunião de rota pra você decidir junto — com o número na frente, não depois.
Essa é a primeira conta que qualquer gestor sério faz antes de subir campanha. Se o seu não fez, você está anunciando no escuro. Mexa nos controles com os seus números.
Nada é enviado pra lugar nenhum — a conta roda aqui no seu navegador.
Conta de padeiro, feita com os seus números. Não é promessa de resultado — é o piso que qualquer campanha precisa respeitar pra não dar prejuízo. A régua de "dar lucro" usa 30% do lucro bruto como teto de aquisição; o número certo pro seu caso sai na imersão.
O problema nunca foi terceirizar a operação. Foi terceirizar pra quem ainda está aprendendo. A agência grande coloca o sócio pra vender e o júnior pra operar, porque júnior é barato e a sua conta some no meio de outras trinta. Aqui ela vai pra um gestor sênior selecionado um a um — e o plano dele passa pelo sócio antes de virar campanha.
Quem opera a sua conta já operou muitas outras. A seleção é feita pelo César, um a um — e você fala direto com essa pessoa no WhatsApp.
É o mesmo trabalho que o César faz supervisionando um time de gestores de Google Ads: garantir o padrão do que outra pessoa entrega.
As contas de anúncio e o histórico de dados são seus. Se um dia sair, sai levando tudo — sem refém.
Na maioria das agências você conhece o sócio na reunião de venda e nunca mais o vê. Aqui, o sócio que senta com você é o mesmo que aprova o plano da sua conta antes de cada campanha subir.
Escolhe o gestor sênior que vai cuidar da sua conta e valida o plano antes de qualquer campanha subir. Define o CPA máximo na imersão e entra pessoalmente quando o número não fecha.
São 14 anos em vendas e marketing — começou aos 17. Foi gestor sênior na equipe direta de um dos maiores especialistas em Google Ads do país e hoje é supervisor do time de gestores dele.
R$ 5M+gerenciados em mídia
Criador do movimento Volume Content e pioneiro em YAP Content no Brasil, construiu do zero uma audiência de milhões de pessoas no Instagram.
Na Convermetrik, é dele a leitura de conteúdo e criativo: o que segura atenção no orgânico vira ângulo de anúncio antes de virar verba.
+2,5 milhõesde seguidores em @afonsomolinaSem firula e sem "textinho bonito de marketing". Cada frente existe pra colocar sua oferta na frente de quem já está pronto pra comprar.
Pesquisa, YouTube, Shopping, Display e Performance Max. Aparecer no exato momento em que alguém procura o que você vende.
Facebook e Instagram pra criar desejo em quem ainda não estava procurando — com segmentação e oferta que sustentam a captura.
TikTok, Pinterest, LinkedIn e Mercado Ads — entram quando fazem sentido pro seu público e pra sua margem. Não antes.
Anúncios em imagem e vídeo pensados pra parar o dedo e gerar clique com intenção. Testados em lote, mantidos por desempenho.
Conversões medidas de verdade — pixel, tags e eventos configurados pra você saber de qual anúncio veio cada venda.
Acompanhamento contínuo, ajuste de rota e a conversa difícil quando ela precisa acontecer. Parceiro, não fornecedor.
Preferimos mostrar o que é verdade a inventar milhão.
Recusar cliente errado é a parte mais rentável do nosso trabalho — pros dois lados. Leia com sinceridade antes de agendar.
Nenhum funil de 8 e-mails, nenhum vendedor insistente. É isto, nessa ordem:
Nome, WhatsApp, empresa e faixa de investimento. Leva menos de um minuto.
Você cai direto na agenda do César e marca o dia que preferir. Sem ninguém "entrando em contato pra agendar".
Você traz ticket, margem e o que já tentou. A gente devolve o que faria, o que não faria e por quê. Mesmo que a resposta seja "não precisa de agência agora".
Só chega se fizer sentido pros dois lados. Escopo, prazo e valor no papel — nada de "a partir de".
Contas de anúncio no seu nome, conversões medindo e o CPA máximo definido. Só então sobe campanha.
Existem dois valores separados e é importante não confundir: a verba de mídia, que é sua e vai inteira pro Google/Meta (não ficamos com um centavo dela), e o fee de gestão, que é o nosso trabalho.
O fee sai por escrito na proposta depois da conversa, porque depende do número de plataformas, do volume de criativo e da complexidade do rastreamento. O que já dá pra dizer agora: só trabalhamos com quem tem no mínimo R$ 3 mil/mês de verba de mídia.
Campanha no ar leva poucos dias. Resultado confiável leva mais. As plataformas precisam de volume de conversão pra otimizar, e antes disso qualquer leitura é ruído.
Na prática, os primeiros sinais aparecem nas primeiras semanas e a leitura séria vem depois do primeiro ciclo completo de otimização. Quem promete venda garantida na primeira semana está vendendo sorte, não gestão.
Não trabalhamos com contrato de 12 meses — nem de 6. Agência que precisa amarrar cliente por um ano está dizendo, sem falar, que não confia no próprio trabalho: se o resultado aparecesse, ninguém precisaria de papel pra segurar você.
Existe, sim, um período mínimo curto, e ele existe por um motivo técnico: campanha precisa de tempo pra acumular conversão e sair da fase de aprendizado. Antes disso, qualquer leitura é ruído — e cancelar no meio só faria você pagar pela parte cara sem colher a parte boa.
O prazo exato, o aviso prévio e todas as condições você ouve na primeira conversa, antes de qualquer proposta. Nada de letra miúda descoberta depois.
E o que é inegociável dos dois lados: as contas de anúncio ficam no seu nome. Se um dia a parceria acabar, você sai com todo o histórico de dados.
Não. E desconfie de quem dá.
A gente controla estratégia, criativo, segmentação e otimização. Não controla o seu preço, o seu estoque, a velocidade do seu comercial nem o momento do mercado. Prometer faturamento seria vender algo que não está na nossa mão — e isso a gente não faz.
O que garantimos é o processo: rastreamento funcionando, CPA máximo definido antes de gastar, painel aberto e diagnóstico honesto quando o número não fechar.
Um gestor sênior, escolhido pelo César um a um. Nunca um estagiário e nunca alguém aprendendo com a sua verba.
O plano de trabalho dele passa pelo sócio antes de virar campanha, e o César entra pessoalmente sempre que o número pede. Existe piso de investimento justamente pra que essa estrutura caiba na conta e essa resposta continue sendo verdade.
Você não vai ter gerente de contas que não decide nada, não vai abrir chamado e não vai ouvir "vou verificar com o time". Fala direto com quem mexe na campanha.
Talvez você não deva. Se a sua agência hoje sabe dizer, sem consultar ninguém, qual é o seu custo por venda e quanto de margem sobra depois do anúncio, ela está fazendo o trabalho.
Agora, se a resposta pra "quanto voltou do que investi mês passado?" demora dias ou vem em forma de gráfico de alcance, vale a pena conversar. A primeira call serve exatamente pra isso — inclusive pra te dar munição pra cobrar quem já está lá.
Provavelmente você entende mais do seu mercado do que qualquer agência — e é assim que deve ser. Por isso a fase de imersão existe: quem traz produto, margem e objeção de cliente é você; quem traz a engenharia de aquisição somos nós.
O que se repete entre segmentos é a matemática: ticket, margem, taxa de fechamento e custo por venda. Isso não muda se você vende móvel, consulta ou software.
A gente não pega. Não é frescura comercial: com verba baixa demais, o algoritmo não recebe conversão suficiente pra aprender, o custo por venda fica instável e a conclusão inevitável do cliente é "tráfego pago não funciona pro meu negócio".
Preferimos perder a venda hoje. Quando a verba chegar nessa faixa, a conversa está de pé.
Agende 30 minutos com o César. Você sai da conversa com um diagnóstico do seu cenário — tenha ou não uma proposta no meio.
Atendemos empresas prontas a investir a partir de R$ 3 mil/mês em mídia.
30 minutos, sem custo e sem apresentação de slides. Você traz seus números, a gente diz o que faria — e se faz sentido trabalharmos juntos.